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Imbu Brasil
Desde: 03/04/2001      Publicadas: 27      Atualização: 12/05/2012

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Artigos

Artigos - Consumo de frutos do imbuzeiro por caprinos

Artigos - EFEITO DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL E DA PERDA DE SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO NO SEMI-ÁRIDO NORDESTINO

Artigos - CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS


No semi-árido do Nordeste brasileiro, a cisterna tem sido uma das principais formas de armazenamento da água de chuva para o consumo, todavia, em função dos longos períodos de estiagem que ocorre na região, a água das cisternas não têm sido suficiente para atender as necessidades das famílias rurais. Este trabalho teve como objetivo determinar o coeficiente de captação de água de chuva em residências com telhas de cerâmica e a quantidade de água armazenada nas cisternas. O trabalho foi realizado no período de outubro de 2008 a abril de 2009. Para realização desse estudo foram selecionadas três comunidades, sendo a Comunidade de Barreiros no município de Petrolina, PE, a Comunidade de Fazenda Humaitá no município de Paulistana, PI e a Comunidade de Lage Alta no município de Jaguarari, BA. Em cada comunidade foi selecionada ao acaso um residência com cobertura de telhas de cerâmica em bom estado de conservação e com uma cisterna. Após a seleção das residências, foi determinado o volume da cisterna e o tamanho da área de captação do telhado. Os resultados obtidos demonstraram que no período analisado a precipitação media nas comunidades foi de 578 mm. A água da chuva captada nos telhados foi, em média, de 24,63 m3. Este volume ultrapassou a capacidade de armazenamento das cisternas em 53,92%. Com esses resultados, pode-se concluir que as cisternas existentes na região, não possuem capacidade suficiente para acumulam toda água de chuva captada nos telhados, provocando um desperdício significativo de água na região.

Artigos - EFEITO DO ESCOAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA EM DIFERENTES COBERTURAS

Artigos - CRESCIMENTO DE PLANTAS DE IMBUZEIRO (Spondias tuberosa Arruda) NA CAATINGA

Artigos - Utilização do mandacaru (Cereus jamacaru P. DC.) pelos pequenos agricultores na alimentação de caprinos no Nordeste semi-árido

Artigos - Tempo de superação da dormência de sementes de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda)

Artigos - O consumo da Favela (Cnidoscolus phyllacanthus) pelos animais na caatinga no período de seca

Artigos - Mamãozinho-de-veado, alimento para os animais na seca

Artigos - Riscos de extinção do imbuzeiro (spondias tuberosa arruda) no semi-árido do Nordeste


RESUMO





O trabalho foi realizado no período de novembro de 2000 a junho de 2003 como o objetivo de verificar a ocorrência Amblycerus díspar em sementes e a existência de plantas jovens em de imbuzeiro em seu ambiente natural, na Estação Experimental da Caatinga, EMBRAPA Semi-Árido, Petrolina - PE. Em cada estado, foram selecionadas ao acaso, 17 plantas em fase de produção, coletando-se frutos maduros durante a safra e frutos caídos naturalmente no chão ao final, os quais as sementes foram retiradas e armazenadas em câmara fria. Foram avaliadas a porcentagem de sementes danificadas e a presença/ausência de larvas e/ou adultos na semente. Constatou-se que as sementes provenientes dos frutos colhidos na planta e armazenados, não foram danificadas pelo inseto, não havendo, portanto problemas na germinação. Contudo, 96,5 % das sementes oriundas dos frutos caídos naturalmente no chão, estavam danificadas pelo inseto, tendo sua germinação comprometida. Nestas sementes foram encontradas, em média, 80,30 com larvas e 12,57 com adultos por planta. Os danos são decorrentes em função das larvas se alimentaram do embrião no interior das sementes, resultando na redução ou perda total do poder germinativo. Este fato pode ser uma das causas da baixa germinação das sementes do imbuzeiro em seu ambiente natural, o que contribui provavelmente com a pequena ou quase nula incidência de novas plantas de imbuzeiro no bioma caatinga, prejudicando a dispersão desta espécie.

Artigos - Danos causados as plantas jovens do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) pelo Tatu-peba (Euphractus sexcintus)

Artigos - Regeneração natural e dispersão de sementes do imbuzeiro (spondias tuberosa arruda) no sertão de Pernambuco

Artigos - Escassez e desperdício de água de chuva em comunidades do semi-árido do Nordeste


RESUMO




No semi-árido do Nordeste brasileiro, a água é o principal obstáculo para a sobrevivência dos agricultores e animais. A vulnerabilidade a que estão expostas as populações rurais, em decorrência da instabilidade climática é dramatizada pelos períodos de seca que ocorrem, em média, a cada cinco anos. Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento em comunidades da região semi-árida de Pernambuco e da Bahia, quanto à escassez e o desperdiço de água de chuva no ano de 2004. Para realização desse estudo, foram selecionadas, ao acaso, nove comunidades da região semi-árida, sendo oito no município de Petrolina, PE e uma no município de Curaçá, BA. O trabalho foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2004. Após a seleção das comunidades foi realizado um levantamento das fontes de captação e acumulação de água de chuva utilizada pelos agricultores. Foram realizadas visitas mensais as comunidades para o acompanhamento do volume de água acumulada nas cisternas, barreiros, barragens, etc. Com os resultados obtidos, pode-se concluir que o volume de chuvas que ocorreu nas comunidades em 2004 foi suficiente para suprir a deficiência de água para os diferentes usos no meio rural, como consumo humano, animal e produção agrícola. Por outro lado, são poucas as alternativas tecnológicas desenvolvidas e/ou adaptadas às condições do semi-árido para a captação e o armazenamento da água de chuva, o que têm contribuído para as calamidades provocadas pela seca.


Artigos - Conservação da polpa do fruto do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) em temperatura ambiente

Artigos - Ocorrência e utilização do facheiro (Pilosocereus pachycladus Ritter.) nas caatingas de Pernambuco, Bahia e Paraíba

Artigos - Danos causados a floração do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) pelo cascudo (Philoclaenia sp.)


Resumo



Na primeira quinzena de agosto a setembro, quando ocorrem as primeiras chuvas de verão, modificam-se a temperatura e a umidade relativa do ar, acelerando o metabolismo das plantas de imbuzeiro com o aparecimento dos primeiros brotos, flores e folhas. É neste período que ocorre o ataque de pragas, causando a queda das flores, das folhas novas e dos frutos em formação. O objetivo deste trabalho foi identificar que insetos estavam causando danos a floração do imbuzeiro. Para realização desse estudo, foram selecionadas ao acaso, algumas plantas de imbuzeiro nas comunidades de Fazenda Saco no município de Jaguarari e Lagoa do Meio no município de Juazeiro no estado da Bahia. O trabalho foi realizado no período de agosto a outubro de 2003. Em cada comunidade foi realizado um acompanhamento com visitas a cada 5 dias as plantas selecionadas para identificação a existência de danos causados por insetos a brotação e floração do imbuzeiro e para capturas de insetos para identificação. Para o acompanhamento dos danos provocados pelos insetos as plantas, as observações tiveram início antes do nascer do sol, por volta das 4 horas da manhã, pois, com os primeiros raios do sol, os insetos se alojavam no solo e embaixo de pedras e troncos, por serem insetos de hábitos noturnos. Os insetos capturados foram identificados, verificando-se que se tratava de um pequeno coleóptero da família Scarabaeidae, gênero Philoclaenia sp., medindo, aproximadamente 8,89 mm de comprimento e 3,24 mm de largura, de coloração marrom clara que voa, em geral, ao crepúsculo ou durante a noite, e causa danos aos ramos novos e inflorescências de algumas plantas.

Artigos - Doce de xilopódio de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda)

Artigos - Consumo de xique-xique (Pilocereus gounellei K. Schum) por caprinos na caatinga

Artigos - Geléia de imbu


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