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Imbu Brasil
Desde: 03/04/2001      Publicadas: 27      Atualização: 12/05/2012

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EFEITO DE DIFERENTES SUBSTRATOS NO DESENVOLVIMENTO DA JUREMINHA (Desmanthus virgatus L. WILLD)

EFEITO DE DIFERENTES SUBSTRATOS NO DESENVOLVIMENTO DA JUREMINHA (Desmanthus virgatus L. WILLD)
Foram testados diferentes substratos, com o objetivo de verificar os que proporcionam melhores condições para o desenvolvimento de mudas de jureminha (Desmanthus virgatus L. WILLD). O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso com cinco substratos (areia, solo, areia + solo, areia + esterco e areia + solo + esterco, sendo as combinações em proporções de 50% de cada material) em quatro repetições. O trabalho foi realizado de novembro de 2006 a dezembro de 2007, em temperatura ambiente, na Embrapa Semi-Árido, em Petrolina, PE. Foram realizadas as avaliações aos 360 dias após o plantio. Em relação ao desenvolvimento das mudas de jureminha em altura e comprimento das raízes, verificou-se que no substrato com areia + solo, as mudas apresentaram os maiores valores. O crescimento em altura das mudas foi influenciado pelos diferentes substratos analisados. Entre os substratos, o melhor foi o com areia + solo, que provocou maior crescimento das plantas e a maior produção de matéria seca.
Artigos
Artigos - Consumo de frutos do imbuzeiro por caprinos

RESUMO





As caatingas podem ser caracterizadas como florestas arbóreas ou arbustivas, compreendendo principalmente árvores e arbustos baixos muitos dos quais apresentam espinhos, microfilia e algumas características xerofíticas. Contudo, algumas plantas nativas da região como a quixabeira, o juazeiro, a faveleira, a jurema, o licuri, a macambira, o mandacaru e o imbuzeiro conseguem sobreviver as adversidades climáticas da região e produzir frutos, folhas e partes comestíveis para alimentação dos animais domésticos e silvestres. O rebanho de caprinos da região semi-árida do Nordeste esta estimado em 8,3 milhões de cabeças. A maior parte desses animais, vive em sistemas de pastejo extensivo, onde a caatinga é o principal sustentáculo para os rebanhos. Contudo, a escassez de recursos naturais, com destaque para a água, torna a criação de animais no Nordeste, uma atividade de grande risco. O objetivo deste trabalho foi avaliar a quantidade de frutos do imbuzeiro consumidos por caprinos durante a safra de 2004.






Artigos - EFEITO DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL E DA PERDA DE SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO NO SEMI-ÁRIDO NORDESTINO

Os diferentes sistemas de cultivo utilizados pelos agricultores na região semi-árida do Nordeste apresentam reflexos diversos quanto aos valores de escoamento de água e perda do solo. Neste trabalho, objetivou-se avaliar o efeito do escoamento superficial e da perda de solo em três sistemas de cultivo. Os sistemas estudados foram: 1) Sulcos barrados; 2) Sistema tradicional ou solo plano; e 3) Área com cobertura vegetal. O trabalho foi realizado no período de dezembro de 2008 a maio de 2009 na estação experimental da Embrapa Semi-Árido em Petrolina, PE. As parcelas experimentais foram delimitadas com dimensões de 10 x 5 m, com a maior proporção no sentido do declive do solo, estimado em 0,5%. O escoamento foi coletado em duas caixas com capacidade para 1m³ cada, colocadas a jusante da soleira de cada parcela abaixo do nível da área de captação. Após as precipitações, era medida a água de cada parcela coletada nas caixas e colocada em outros recipientes para repouso por 24 horas para sedimentação por gravidade dos materiais em suspensão na água. Os resultados obtidos demonstraram que o sistema com cobertura vegetal é mais eficiente na retenção de água no solo e na redução da erosão.
Artigos - CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS

No semi-árido do Nordeste brasileiro, a cisterna tem sido uma das principais formas de armazenamento da água de chuva para o consumo, todavia, em função dos longos períodos de estiagem que ocorre na região, a água das cisternas não têm sido suficiente para atender as necessidades das famílias rurais. Este trabalho teve como objetivo determinar o coeficiente de captação de água de chuva em residências com telhas de cerâmica e a quantidade de água armazenada nas cisternas. O trabalho foi realizado no período de outubro de 2008 a abril de 2009. Para realização desse estudo foram selecionadas três comunidades, sendo a Comunidade de Barreiros no município de Petrolina, PE, a Comunidade de Fazenda Humaitá no município de Paulistana, PI e a Comunidade de Lage Alta no município de Jaguarari, BA. Em cada comunidade foi selecionada ao acaso um residência com cobertura de telhas de cerâmica em bom estado de conservação e com uma cisterna. Após a seleção das residências, foi determinado o volume da cisterna e o tamanho da área de captação do telhado. Os resultados obtidos demonstraram que no período analisado a precipitação media nas comunidades foi de 578 mm. A água da chuva captada nos telhados foi, em média, de 24,63 m3. Este volume ultrapassou a capacidade de armazenamento das cisternas em 53,92%. Com esses resultados, pode-se concluir que as cisternas existentes na região, não possuem capacidade suficiente para acumulam toda água de chuva captada nos telhados, provocando um desperdício significativo de água na região.
Artigos - EFEITO DO ESCOAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA EM DIFERENTES COBERTURAS

Os sistemas de captação de água de chuva utilizados pelos agricultores do Semi-Árido brasileiro apresentam diferentes valores do coeficiente de escoamento superficial, o que pode ser responsável pela perda de volume de água significativo, devido à irregularidade das áreas de captação; portanto, são necessários estudos para que possam indicar os melhores sistemas de captação de água de chuva na região. Este trabalho teve como objetivo testar diferentes áreas de captação, visando obtenção de resultados que indiquem qual a área mais adequada para ser utilizada no Semi-Árido brasileiro. Foram testados quatro tipos de área de captação: cobertura de argamassa de cimento e areia, cobertura de telha de cerâmica, cobertura de telha de fibrocimento, e cobertura de polietileno. Os resultados indicam que os maiores coeficientes de escoamento superficial ocorreram nas áreas com cobertura de telhas de fibrocimento e lona plástica de polietileno.
Artigos - CRESCIMENTO DE PLANTAS DE IMBUZEIRO (Spondias tuberosa Arruda) NA CAATINGA

O objetivo deste estudo foi determinar o crescimento do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) em condições de sequeiro na caatinga nativa até os 10 anos. O estudo foi realizado no período de janeiro de 1997 a dezembro de 2007 em uma área de caatinga nativa na Estação Experimental da Embrapa Semiárido no município de Petrolina, PE. A altura média das plantas no primeiro e no décimo ano foi de 86,12 e 178,29 cm, respectivamente. O diâmetro basal e a circunferência do caule ao nível do solo foram de 7,28 e 21,23 cm, respectivamente. As plantas apresentaram raízes horizontais de 122,12 cm e verticais de 87,41 cm.
Artigos - Utilização do mandacaru (Cereus jamacaru P. DC.) pelos pequenos agricultores na alimentação de caprinos no Nordeste semi-árido

RESUMO





Para avaliar o consumo de mandacaru por caprinos no período de seca na caatinga, foram selecionados ao acaso 12 animais na comunidade de Alto do Angico, Petrolina, PE, no período de agosto a novembro de 2003. Foi determinada a fitomassa do mandacaru (Cereus jamacaru P. DC.) e a porção consumida pelos animais no período de suplementação. Os animais foram separados em dois grupos, sendo que um grupo permaneceu em pastejo contínuo na caatinga e o outro recebeu suplementação com mandacaru no período de 90 dias. No período de observação os animais consumiram, em média, 196,95 kg de mandacaru. O consumo diário de mandacaru por animal foi de 2,18 kg/dia. Os animais que receberam suplementação tiveram uma perda de peso, média de 16% no período, enquanto que os demais animais perderam, em média, 26% do peso vivo em relação ao peso inicial.


Artigos - Tempo de superação da dormência de sementes de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda)

RESUMO


Este trabalho teve como objetivo estudar a influência do período de armazenamento das sementes de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) no percentual de germinação e no índice de velocidade de germinação. O trabalho foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2004 em uma área sob telado, com 50% de sombreamento, em temperatura ambiente na Embrapa Semi-Árido em Petrolina " PE. Avaliaram-se aos 30, 60, 90 e 120 dias após a semeadura, a percentagem de germinação e do índice de velocidade de germinação das sementes. O delineamento estatístico utilizado foi de blocos ao acaso, com seis tratamentos e quatro repetições. Foram realizadas avaliações de germinação das sementes e do índice de velocidade de germinação. Verificaram-se diferenças significativas nos percentuais de germinação e no índice de velocidade de germinação entre os tratamentos. As sementes dos tratamentos 3 e 4 apresentaram os melhores percentuais de germinação e índice de velocidade de germinação.

Artigos - O consumo da Favela (Cnidoscolus phyllacanthus) pelos animais na caatinga no período de seca

Resumo




A favela (Cnidoscolus phyllacanthus (Muell. Arg.) Pax. Et K. Hoffman) é uma forrageira nativa das caatingas do Nordeste com sua distribuição geográfica nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, muito consumida pelos animais, principalmente no período de seca. Os animais consomem as folhas maduras quando estas caem no chão no final do período de chuvas. Na seca, alimentam-se dos brotos e casca da favela. Suas sementes são consumidas por animais silvestres e pelos caprinos. Este trabalho teve como objetivo verificar o consumo de favela pelos animais na caatinga no período de seca nas comunidades de Xique-xique, Pedreira e Pirajá no município de Curaçá - BA. O levantamento foi realizado no período de setembro a outubro de 2005. Foi realizada a observação do consumo desta planta diretamente no campo pelos animais de cada comunidade. Os resultados obtidos demonstraram que a favela é consumida por caprinos em todas as comunidades. Os animais preferem os brotos novos e a casca das plantas.
Artigos - Mamãozinho-de-veado, alimento para os animais na seca

Resumo



O mamãozinho-de-veado (Jacaratia corumbensis O. kuntze) é um pequeno arbusto que têm como raiz principal, um grande xilopódio que serve para alimentar os animais na seca. Este trabalho teve como o objetivo de verificar o nível de utilização do mamãozinho-de-veado pelos agricultores no período de seca em comunidades da região semi-árida do estado da Bahia.


Artigos - Riscos de extinção do imbuzeiro (spondias tuberosa arruda) no semi-árido do Nordeste

RESUMO





O trabalho foi realizado no período de novembro de 2000 a junho de 2003 como o objetivo de verificar a ocorrência Amblycerus díspar em sementes e a existência de plantas jovens em de imbuzeiro em seu ambiente natural, na Estação Experimental da Caatinga, EMBRAPA Semi-Árido, Petrolina - PE. Em cada estado, foram selecionadas ao acaso, 17 plantas em fase de produção, coletando-se frutos maduros durante a safra e frutos caídos naturalmente no chão ao final, os quais as sementes foram retiradas e armazenadas em câmara fria. Foram avaliadas a porcentagem de sementes danificadas e a presença/ausência de larvas e/ou adultos na semente. Constatou-se que as sementes provenientes dos frutos colhidos na planta e armazenados, não foram danificadas pelo inseto, não havendo, portanto problemas na germinação. Contudo, 96,5 % das sementes oriundas dos frutos caídos naturalmente no chão, estavam danificadas pelo inseto, tendo sua germinação comprometida. Nestas sementes foram encontradas, em média, 80,30 com larvas e 12,57 com adultos por planta. Os danos são decorrentes em função das larvas se alimentaram do embrião no interior das sementes, resultando na redução ou perda total do poder germinativo. Este fato pode ser uma das causas da baixa germinação das sementes do imbuzeiro em seu ambiente natural, o que contribui provavelmente com a pequena ou quase nula incidência de novas plantas de imbuzeiro no bioma caatinga, prejudicando a dispersão desta espécie.
Artigos - Danos causados as plantas jovens do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) pelo Tatu-peba (Euphractus sexcintus)

RESUMO




Nas caatingas do Nordeste, o imbuzeiro é uma planta de grande importância para fauna e flora da região. Os frutos do imbuzeiro são colhidos pelos pequenos agricultores que os vendem para consumo in natura e/ou para o processamento de doces e geléias. No período da safra do imbuzeiro, a colheita de frutos é a principal fonte de renda e de ocupação da mão-de-obra das famílias rurais. Todavia, o número de plantas adultas e jovens tem apresentado uma redução, significativa, na caatinga em função do consumo das plantas jovens pelo tatu-peba (Euphractus sexcinctus).

Artigos - Regeneração natural e dispersão de sementes do imbuzeiro (spondias tuberosa arruda) no sertão de Pernambuco

RESUMO



O imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) é uma fruteira nativa do Nordeste, cujos frutos servem de alimento para as populações rurais, animais domésticos e silvestres. Contudo, tem-se observado à ausência de plantas jovens em seu ambiente natural, cuja causa tem sido atribuída em sua maioria à dificuldade que as sementes do imbuzeiro apresentam para germinar, ao desmatamento desordenado e outras causas desconhecidas.
Por outro lado, alguns estudandos da densidade populacional do imbuzeiro relatam a existência de poucas plantas por hectare. Essa ausência de plantas jovens, evidência que esta espécie corre risco de desaparecer em algumas décadas se não for tomadas algumas medidas de preservação. O objetivo deste foi realizar um levantamento da regeneração natural e dos agentes dispersores das sementes do imbuzeiro em áreas de caatinga do sertão de Pernambuco.
Artigos - Escassez e desperdício de água de chuva em comunidades do semi-árido do Nordeste

RESUMO




No semi-árido do Nordeste brasileiro, a água é o principal obstáculo para a sobrevivência dos agricultores e animais. A vulnerabilidade a que estão expostas as populações rurais, em decorrência da instabilidade climática é dramatizada pelos períodos de seca que ocorrem, em média, a cada cinco anos. Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento em comunidades da região semi-árida de Pernambuco e da Bahia, quanto à escassez e o desperdiço de água de chuva no ano de 2004. Para realização desse estudo, foram selecionadas, ao acaso, nove comunidades da região semi-árida, sendo oito no município de Petrolina, PE e uma no município de Curaçá, BA. O trabalho foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2004. Após a seleção das comunidades foi realizado um levantamento das fontes de captação e acumulação de água de chuva utilizada pelos agricultores. Foram realizadas visitas mensais as comunidades para o acompanhamento do volume de água acumulada nas cisternas, barreiros, barragens, etc. Com os resultados obtidos, pode-se concluir que o volume de chuvas que ocorreu nas comunidades em 2004 foi suficiente para suprir a deficiência de água para os diferentes usos no meio rural, como consumo humano, animal e produção agrícola. Por outro lado, são poucas as alternativas tecnológicas desenvolvidas e/ou adaptadas às condições do semi-árido para a captação e o armazenamento da água de chuva, o que têm contribuído para as calamidades provocadas pela seca.


Artigos - Conservação da polpa do fruto do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) em temperatura ambiente

RESUMO



O objetivo deste trabalho foi produzir e testar a conservação da polpa do fruto do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) em temperatura ambiente para produção de doce em massa por pequenos agricultores, visando a possibilidade do aproveitamento deste fruto como alternativa alimentar e fonte de complementação da renda. O trabalho foi realizado com frutos de imbuzeiro dos tipos imbu inchado (estágio entre o imbu verde e o maduro) e imbu maduro (frutos após a maturação plena) colhidos após a queda em baixo das plantas. Os resultados obtidos evidenciaram que a polpa do fruto do imbuzeiro inchado e maduro armazenadas em temperatura ambiente, conservam suas características físico-química e microbiológicas podendo ser uma alternativa para o aproveitamento do fruto na entressafra.
Artigos - Ocorrência e utilização do facheiro (Pilosocereus pachycladus Ritter.) nas caatingas de Pernambuco, Bahia e Paraíba

Resumo



O facheiro (Pilosocereus pachycladus Ritter.) é uma Cactaceae utilizada, pelos agricultores, como uma alternativa para alimentação dos animais. Este trabalho teve como objetivo verificar a ocorrência do facheiro e sua utilização pelos agricultores das comunidades de Flamengo (Jaguarari - BA), Alto do Angico (Petrolina - PE) e Meio do Mundo (Boa Vista - PB). O levantamento foi realizado, no período de agosto de 2003 a dezembro de 2004, com a aplicação de um questionário sobre a utilização do facheiro na alimentação dos animais. Os resultados demonstraram que o facheiro foi utilizado por 84,21% dos agricultores de Flamengo, 88,89% dos agricultores de Alto do Angico e 13,04% dos agricultores de Meio do Mundo.
Artigos - Danos causados a floração do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) pelo cascudo (Philoclaenia sp.)

Resumo



Na primeira quinzena de agosto a setembro, quando ocorrem as primeiras chuvas de verão, modificam-se a temperatura e a umidade relativa do ar, acelerando o metabolismo das plantas de imbuzeiro com o aparecimento dos primeiros brotos, flores e folhas. É neste período que ocorre o ataque de pragas, causando a queda das flores, das folhas novas e dos frutos em formação. O objetivo deste trabalho foi identificar que insetos estavam causando danos a floração do imbuzeiro. Para realização desse estudo, foram selecionadas ao acaso, algumas plantas de imbuzeiro nas comunidades de Fazenda Saco no município de Jaguarari e Lagoa do Meio no município de Juazeiro no estado da Bahia. O trabalho foi realizado no período de agosto a outubro de 2003. Em cada comunidade foi realizado um acompanhamento com visitas a cada 5 dias as plantas selecionadas para identificação a existência de danos causados por insetos a brotação e floração do imbuzeiro e para capturas de insetos para identificação. Para o acompanhamento dos danos provocados pelos insetos as plantas, as observações tiveram início antes do nascer do sol, por volta das 4 horas da manhã, pois, com os primeiros raios do sol, os insetos se alojavam no solo e embaixo de pedras e troncos, por serem insetos de hábitos noturnos. Os insetos capturados foram identificados, verificando-se que se tratava de um pequeno coleóptero da família Scarabaeidae, gênero Philoclaenia sp., medindo, aproximadamente 8,89 mm de comprimento e 3,24 mm de largura, de coloração marrom clara que voa, em geral, ao crepúsculo ou durante a noite, e causa danos aos ramos novos e inflorescências de algumas plantas.

Artigos - Doce de xilopódio de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda)

Resumo

Este trabalho teve como objetivo produzir e testar à aceitação de doce em massa com a utilização de xilopódio de mudas de imbuzeiro, obtidos de plantas aos 180 dias de crescimento visando a possibilidade do seu aproveitamento como alternativa alimentar e fonte de complementação da renda dos pequenos agricultores da região semi-árida do Nordeste.
Artigos - Consumo de xique-xique (Pilocereus gounellei K. Schum) por caprinos na caatinga

Resumo

O xique-xique (Pilocereus gounellei K. Schum) é uma Cactaceae utilizada, pelos agricultores, como uma alternativa para alimentação dos animais em períodos de longa estiagem nas caatingas do Nordeste brasileiro. Esta planta é a última alternativa dos agricultores para salvar seus animais, devido a grande dificuldade de sua utilização. Este trabalho teve como objetivo verificar o consumo de xique-xique pelos animais na caatinga e a sua utilização pelos agricultores das comunidades de Ouricuri e Caldeirãozinho (Uauá - BA) e Passagem de São Pedro (Jaguarari - BA). O levantamento foi realizado, no período de agosto a setembro de 2005, com a aplicação de um questionário junto aos agricultores das comunidades sobre a utilização do xique-xique na alimentação dos animais e a observação do consumo desta planta diretamente no campo pelos animais. Os resultados demonstraram que o xique-xique é utilizado por 36,54% dos agricultores da comunidade de Ouricuri, por 54,27% dos agricultores de Passagem de São Pedro e por 48,32% dos agricultores de Caldeirãozinho. Quanto ao consumo das plantas no campo, em média, cada planta é visitada por 4 a 6 caprinos no intervalo de 5 dias.
Artigos - Geléia de imbu

Resumo



A geléia do fruto do imbuzeiro é um concentrado composto de 1000 ml de água do cozimento dos frutos e 500 g de açúcar submetidos ao fogo, até que o conteúdo de sólidos solúveis alcance valores entre 65 a 70%. Esta concentração pode ser obtida após 45 minutos de cozimento. A geléia pode ser obtida de frutos inteiros ou em pedaços, da polpa ou do suco de frutos, adicionado a partes de açúcar, água, ácidos e/ou pectina. A produção de geléia de frutos do imbuzeiro possibilita a obtenção de renda para os agricultores na entressafra do imbuzeiro.


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