| Login | Crie o seu Jornal Online FREE!

Imbu Brasil
Desde: 03/04/2001      Publicadas: 27      Atualização: 12/05/2012

Capa |  Artigos  |  Artigos publicados


 Artigos

  01/10/2005
  0 comentário(s)


Escassez e desperdício de água de chuva em comunidades do semi-árido do Nordeste

RESUMO




No semi-árido do Nordeste brasileiro, a água é o principal obstáculo para a sobrevivência dos agricultores e animais. A vulnerabilidade a que estão expostas as populações rurais, em decorrência da instabilidade climática é dramatizada pelos períodos de seca que ocorrem, em média, a cada cinco anos. Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento em comunidades da região semi-árida de Pernambuco e da Bahia, quanto à escassez e o desperdiço de água de chuva no ano de 2004. Para realização desse estudo, foram selecionadas, ao acaso, nove comunidades da região semi-árida, sendo oito no município de Petrolina, PE e uma no município de Curaçá, BA. O trabalho foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2004. Após a seleção das comunidades foi realizado um levantamento das fontes de captação e acumulação de água de chuva utilizada pelos agricultores. Foram realizadas visitas mensais as comunidades para o acompanhamento do volume de água acumulada nas cisternas, barreiros, barragens, etc. Com os resultados obtidos, pode-se concluir que o volume de chuvas que ocorreu nas comunidades em 2004 foi suficiente para suprir a deficiência de água para os diferentes usos no meio rural, como consumo humano, animal e produção agrícola. Por outro lado, são poucas as alternativas tecnológicas desenvolvidas e/ou adaptadas às condições do semi-árido para a captação e o armazenamento da água de chuva, o que têm contribuído para as calamidades provocadas pela seca.


Escassez e desperdício de água  de chuva em comunidades do semi-árido do Nordeste
Escassez e desperdício de água de chuva em comunidades do semi-árido do Nordeste




Introdução




O Semi-Árido do Nordeste brasileiro é considerado um dos mais úmidos do planeta, visto que, a precipitação pluviométrica média é de 750 mm, podendo ocorrer anos de precipitação acima de 1000 mm o que significa um volume de água considerável para uma região onde há deficiência e irregularidade na distribuição de chuvas que provocam secas periódicas (Cáritas, 2001).
Segundo Rebouças (2002) nos 600.000 km² de terrenos cristalinos do Nordeste semi-árido, as médias pluviométricas variam entre 400 e 800 mm anuais, enquanto que as taxas de evaporação em "tanques Classe A" variam entre 1000 e 3000 mm/ano. Segundo este autor, "... não seria correto dizer que chove pouco no semi-árido do Nordeste, mas que evapora muito".
Contudo, a falta de água é o principal obstáculo para a sobrevivência dos agricultores e animais nos sertões do semi-árido. A vulnerabilidade a que está exposta esta região, é decorrência da instabilidade climática, é dramatizada pelos períodos de seca que ocorrem, em média, a cada cinco anos (Cruz et. al., 1999).
Neste contexto, a busca de soluções para essas calamidades, remota ao século 19, quando em 1845 o Imperador D. Pedro II deu início as primeiras iniciativas locais de combate as secas implementadas pelo Estado. Com a criação em 1909 da Inspetoria de Obras Contra as Secas (IOCS) e transformada depois no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), teve início um programa de combate as secas, cujo objetivo principal foi a acumulação de águas através da açudagem e das obras de infra-estrutura com duração de 1909 a 1945 (Garrido, 1999). Contudo, o baixo desenvolvimento do semi-árido ainda é atribuído a escassez dos recursos hídricos.
Embora, nos últimos anos nesta região tenham ocorrido transformações sem precedentes: intensiva urbanização, desenvolvimento da infra-estrutura e expansão da irrigação no Vale do São Francisco, no oeste da Bahia e no Rio Grande do Norte, os sertanejos estão ainda mais vulneráveis, frente aos efeitos das secas, pois vivem num ambiente ecologicamente empobrecido, incapaz de oferecer recursos alternativos à escassez de água e alimentos, à margem das ilhas de modernidade do semi-árido (Miranda, 2002).
Recentemente foi criado o Programa de Mobilização Social para Construção de 1 milhão de Cisternas (P1MC) com a participação das comunidades na busca de soluções para a falta de água no sertão (Cáritas Brasileira, 2001). Quando concluído este programa, sem dúvidas, contribuirá positivamente para a solução do problema de falta de água no semi-árido, porém, devido aos problemas de gestão que acarretam a maior parte dos programas sociais brasileiros, esta solução provavelmente levará mais outro século para acontecer.
Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento em comunidades da região semi-árida de Pernambuco e da Bahia, quanto à escassez e o desperdiço de água de chuva no ano de 2004.





Material e Métodos





Para realização desse estudo, foram selecionadas, ao acaso, nove comunidades da região semi-árida, sendo oito no município de Petrolina, PE (Lagoa dos Cavalos, Barreiro, Caiçara, Caldeirãozinho, Caldeirão, Varginha, Cacimba do Baltazar e Sítio Simão) e a comunidade de Fazenda Brandão no município de Curaçá, BA. O trabalho foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2004.
Após a seleção das comunidades foi realizado um levantamento das fontes de captação e acumulação de água de chuva existentes em cada comunidade e as utilizadas pelos agricultores. Foram realizadas visitas mensais as comunidades para o acompanhamento do volume de água acumulada nas cisternas, barreiros, barragens, etc.





Resultados e Discussão





As chuvas que ocorreram nas comunidades no ano de 2004 com uma precipitação média de 813,6 mm foram acima da média da região, tomando-se como base à média plurianual, registrada em Juazeiro, BA, um dos lugares mais seco do semi-árido que é de 505 mm de chuva por ano (Cáritas, 2001).
Na comunidade de Caldeirão, a precipitação total de 2004 foi de 846,3 mm com 51,49% dessa precipitação no mês de janeiro e 37,98% no mês de fevereiro. Esse volume de água, se acumulado, seria suficiente para sustentação dos agricultores e seus animais durante o período de seca, além de poder ainda ser utilizado para produção de uma horta caseira, todavia, a água acumulada nas comunidades não é suficiente para atender as necessidades das famílias rurais.
A maior parte da água das chuvas nas comunidades é desperdiçada por escoamento superficial, ficando uma pequena parcela retida nas cisternas, barreiros e barragens. Assim, considerando a precipitação nesta comunidade em 2004 que foi de 830,6 mm e o tamanho médio da área de captação das casas de 4 m², seria possível captar e armazenar um volume de 35,1 m³, em média por residência.
Esse volume de água seria suficiente para atender as necessidades de uma família com 5 pessoas por um período de 240 dias, durante os 8 meses de seca que geralmente não ocorre chuva no semi-árido.
Como a maior parte das cisternas existentes nas residências tem capacidade máxima de 16 m³, praticamente, 45,58% da água de chuva que caí nos telhados não é aproveitada.
O desperdício de água de chuva no semi-árido têm seu agravamento no volume de água que, anualmente, perde-se por escoamento superficial alcançando valores de 36 bilhões de m³ ou 5,1% do total da precipitação pluviométrica anual da região (Rebouças & Marinho, 1972; Vieira, 1999).
Na comunidade de Varginha, a água da chuva que não é retida nos barreiros e barragens, escoa pelos riachos até os rios temporários formando um volume muito grande de água.
Essa água proveniente do escoamento superficial, se armazenada em partes, poderia servir para que as populações rurais do semi-árido tivessem condições de produzir as culturas alimentares em períodos de seca, como também gerar uma fonte de renda alternativa com outros cultivos comerciais.
Contudo, das centenas de açudes e barragens existentes no Nordeste, principalmente no semi-árido onde grande volume de água proveniente do escoamento superficial é armazenado, pouca transformação tem sido observada fora dos limites destes, demonstrando-se assim que, a água simplesmente não resolve os problemas da região semi-árida.




Conclusões





O volume de chuvas que ocorreu nas comunidades é suficiente para suprir a deficiência de água para os diferentes usos no meio rural, como consumo humano, animal e produção agrícola.
São poucas as alternativas tecnológicas desenvolvidas e/ou adaptadas às condições do semi-árido para a captação e o armazenamento da água de chuva o que têm contribuído as calamidades provocadas pela seca.
As ações governamentais implementadas na região semi-árida do Nordeste, via programas de construção de cisternas rurais e outras fontes de captação e acumulação de água, embora tenham contribuído, em partes, para o alívio das populações rurais atendidas por esses programas, ainda não foram suficientes para a grande transformação da região que é a convivência com a seca.





Referências Bibliográficas





CÁRITAS BRASILEIRA. Água de chuva: o segredo da convivência com o Semi-Árido brasileiro. Cáritas Brasileira, Comissão Pastoral da Terra, Fian/Brasil " São Paulo: Paulinas, 2001. il. 104p.
CRUZ, P. H. COIMBRA, R. M., FREITAS, M. A. V. Vulnerabilidade climática e recursos hídricos no Nordeste. In.: O ESTADO DAS ÁGUAS NO BRASIL/ org. Marcos Aurélio Vasconcelos de Freitas " Brasília, DF: ANEEL, SIH; MMH, SRH; MME, 1999. 334p.
GARRIDO, R. J. O combate à seca e a gestão dos recursos hídricos no Brasil. In.: O estado das águas no Brasil/org. Marcos Aurélio Vasconcelos de Freitas " Brasília, DF: ANEEL, SIH; MMA, SRH; MME, 1999. 334p.
GNADLINGER, J. Apresentação técnica de diferentes tipos de cisternas construídas em comunidades rurais do semi-árido brasileiro. In.: SIMPÓSIO SOBRE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO, 1., 1997, Petrolina, PE. A captação de água de chuva: a base para viabilização do semi-árido brasileiro. Anais... Petrolina, PE: Embrapa Semi-árido/IRPAA/IRCSA, 1999. 186p. il.
LIBERAL, G. S.; PORTO, E. R. A situação atual de cisternas rurais construídas por programas governamentais. In.: SIMPÓSIO SOBRE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO, 1., 1997, Petrolina, PE. A captação de água de chuva: a base para viabilização do semi-árido brasileiro. Anais... Petrolina, PE: Embrapa Semi-árido/IRPAA/IRCSA, 1999. 186p. il.
MIRANDA, E. E. O sertão vai virar pasto. Jornal da Ciência, 27 de agosto de 2002.
REBOUÇAS, A. C.; MARINHO, M. E. Hidrologia das secas do Nordeste do Brasil. Recife, SUDENE-DRN, Divisão de Hidrologia, 1972. 126p. (BRASIL. SUDENE. Hidrologia, 40).
REBOUÇAS, A.C. A inserção da água subterrânea no Sistema Nacional de Gerenciamento. Revista Brasileira de Recursos Hídricos. V. 7, n. 4, Out./Dez. 2002. p. 39-50.
VIEIRA, V. P. P. B. Água doce no semi-árido. In.: Águas doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. Organização e coordenação científica Aldo da Cunha Rbouças, Benedite Braga, José Galizia Tundisi. São Paulo: Escrituras Editora, 1999. 717p.





  Mais notícias da seção Artigos no caderno Artigos
12/05/2012 - Artigos - EFEITO DE DIFERENTES SUBSTRATOS NO DESENVOLVIMENTO DA JUREMINHA (Desmanthus virgatus L. WILLD)
Foram testados diferentes substratos, com o objetivo de verificar os que proporcionam melhores condições para o desenvolvimento de mudas de jureminha (Desmanthus virgatus L. WILLD). O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso com cinco substratos (areia, solo, areia + solo, areia + esterco e areia + solo + esterco, sendo as combina...
22/07/2010 - Artigos - EFEITO DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL E DA PERDA DE SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO NO SEMI-ÁRIDO NORDESTINO
Os diferentes sistemas de cultivo utilizados pelos agricultores na região semi-árida do Nordeste apresentam reflexos diversos quanto aos valores de escoamento de água e perda do solo. Neste trabalho, objetivou-se avaliar o efeito do escoamento superficial e da perda de solo em três sistemas de cultivo. Os sistemas estudados foram: 1) Sulcos barrado...
26/06/2010 - Artigos - CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS
No semi-árido do Nordeste brasileiro, a cisterna tem sido uma das principais formas de armazenamento da água de chuva para o consumo, todavia, em função dos longos períodos de estiagem que ocorre na região, a água das cisternas não têm sido suficiente para atender as necessidades das famílias rurais. Este trabalho teve como objetivo determinar o co...
26/06/2010 - Artigos - EFEITO DO ESCOAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA EM DIFERENTES COBERTURAS
Os sistemas de captação de água de chuva utilizados pelos agricultores do Semi-Árido brasileiro apresentam diferentes valores do coeficiente de escoamento superficial, o que pode ser responsável pela perda de volume de água significativo, devido à irregularidade das áreas de captação; portanto, são necessários estudos para que possam indicar os mel...
26/06/2010 - Artigos - CRESCIMENTO DE PLANTAS DE IMBUZEIRO (Spondias tuberosa Arruda) NA CAATINGA
O objetivo deste estudo foi determinar o crescimento do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) em condições de sequeiro na caatinga nativa até os 10 anos. O estudo foi realizado no período de janeiro de 1997 a dezembro de 2007 em uma área de caatinga nativa na Estação Experimental da Embrapa Semiárido no município de Petrolina, PE. A altura média das...
28/10/2005 - Artigos - O consumo da Favela (Cnidoscolus phyllacanthus) pelos animais na caatinga no período de seca
ResumoA favela (Cnidoscolus phyllacanthus (Muell. Arg.) Pax. Et K. Hoffman) é uma forrageira nativa das caatingas do Nordeste com sua distribuição geográfica nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, muito consumida pelos animais, principalmente no período de seca. Os animais consomem as folh...
27/10/2005 - Artigos - Consumo de frutos do imbuzeiro por caprinos
RESUMO As caatingas podem ser caracterizadas como florestas arbóreas ou arbustivas, compreendendo principalmente árvores e arbustos baixos muitos dos quais apresentam espinhos, microfilia e algumas características xerofíticas. Contudo, algumas plantas nativas da região como a quixabeira, o juazeiro, a faveleira, a jurema, o licuri, a macam...
27/10/2005 - Artigos - Consumo de xique-xique (Pilocereus gounellei K. Schum) por caprinos na caatinga
Resumo O xique-xique (Pilocereus gounellei K. Schum) é uma Cactaceae utilizada, pelos agricultores, como uma alternativa para alimentação dos animais em períodos de longa estiagem nas caatingas do Nordeste brasileiro. Esta planta é a última alternativa dos agricultores para salvar seus animais, devido a grande dificuldade de sua utilização...
27/10/2005 - Artigos - Doce de xilopódio de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda)
Resumo Este trabalho teve como objetivo produzir e testar à aceitação de doce em massa com a utilização de xilopódio de mudas de imbuzeiro, obtidos de plantas aos 180 dias de crescimento visando a possibilidade do seu aproveitamento como alternativa alimentar e fonte de complementação da renda dos pequenos agricultores da região semi-árida do No...
01/10/2005 - Artigos - Geléia de imbu
ResumoA geléia do fruto do imbuzeiro é um concentrado composto de 1000 ml de água do cozimento dos frutos e 500 g de açúcar submetidos ao fogo, até que o conteúdo de sólidos solúveis alcance valores entre 65 a 70%. Esta concentração pode ser obtida após 45 minutos de cozimento. A geléia pode ser obtida de frutos inteiros ou em pedaços, da polpa ou...
27/10/2005 - Artigos - Danos causados a floração do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) pelo cascudo (Philoclaenia sp.)
ResumoNa primeira quinzena de agosto a setembro, quando ocorrem as primeiras chuvas de verão, modificam-se a temperatura e a umidade relativa do ar, acelerando o metabolismo das plantas de imbuzeiro com o aparecimento dos primeiros brotos, flores e folhas. É neste período que ocorre o ataque de pragas, causando a queda das flores, das folhas novas ...
27/10/2005 - Artigos - Ocorrência e utilização do facheiro (Pilosocereus pachycladus Ritter.) nas caatingas de Pernambuco, Bahia e Paraíba
Resumo O facheiro (Pilosocereus pachycladus Ritter.) é uma Cactaceae utilizada, pelos agricultores, como uma alternativa para alimentação dos animais. Este trabalho teve como objetivo verificar a ocorrência do facheiro e sua utilização pelos agricultores das comunidades de Flamengo (Jaguarari - BA), Alto do Angico (Petrolina - PE) e Meio do...
28/10/2005 - Artigos - Tempo de superação da dormência de sementes de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda)
RESUMO Este trabalho teve como objetivo estudar a influência do período de armazenamento das sementes de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) no percentual de germinação e no índice de velocidade de germinação. O trabalho foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2004 em uma área sob telado, com 50% de sombreamento, em temperatura am...
27/10/2005 - Artigos - Conservação da polpa do fruto do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) em temperatura ambiente
RESUMO O objetivo deste trabalho foi produzir e testar a conservação da polpa do fruto do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) em temperatura ambiente para produção de doce em massa por pequenos agricultores, visando a possibilidade do aproveitamento deste fruto como alternativa alimentar e fonte de complementação da renda. O trabalho...
27/10/2005 - Artigos - Regeneração natural e dispersão de sementes do imbuzeiro (spondias tuberosa arruda) no sertão de Pernambuco
RESUMO O imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) é uma fruteira nativa do Nordeste, cujos frutos servem de alimento para as populações rurais, animais domésticos e silvestres. Contudo, tem-se observado à ausência de plantas jovens em seu ambiente natural, cuja causa tem sido atribuída em sua maioria à dificuldade que as sementes do imbuzeiro ...
28/10/2005 - Artigos - Utilização do mandacaru (Cereus jamacaru P. DC.) pelos pequenos agricultores na alimentação de caprinos no Nordeste semi-árido
RESUMO Para avaliar o consumo de mandacaru por caprinos no período de seca na caatinga, foram selecionados ao acaso 12 animais na comunidade de Alto do Angico, Petrolina, PE, no período de agosto a novembro de 2003. Foi determinada a fitomassa do mandacaru (Cereus jamacaru P. DC.) e a porção consumida pelos animais no período de suplemen...
27/10/2005 - Artigos - Danos causados as plantas jovens do imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) pelo Tatu-peba (Euphractus sexcintus)
RESUMO Nas caatingas do Nordeste, o imbuzeiro é uma planta de grande importância para fauna e flora da região. Os frutos do imbuzeiro são colhidos pelos pequenos agricultores que os vendem para consumo in natura e/ou para o processamento de doces e geléias. No período da safra do imbuzeiro, a colheita de frutos é a principal fonte de renda e d...
27/10/2005 - Artigos - Riscos de extinção do imbuzeiro (spondias tuberosa arruda) no semi-árido do Nordeste
RESUMO O trabalho foi realizado no período de novembro de 2000 a junho de 2003 como o objetivo de verificar a ocorrência Amblycerus díspar em sementes e a existência de plantas jovens em de imbuzeiro em seu ambiente natural, na Estação Experimental da Caatinga, EMBRAPA Semi-Árido, Petrolina - PE. Em cada estado, foram selecionadas ao...
27/10/2005 - Artigos - Mamãozinho-de-veado, alimento para os animais na seca
Resumo O mamãozinho-de-veado (Jacaratia corumbensis O. kuntze) é um pequeno arbusto que têm como raiz principal, um grande xilopódio que serve para alimentar os animais na seca. Este trabalho teve como o objetivo de verificar o nível de utilização do mamãozinho-de-veado pelos agricultores no período de seca em comunidades da região semi-ár...



Capa |  Artigos  |  Artigos publicados
Busca em

  
27 Notícias